(...) aqueles que não abro mão, que me chingam e eu abro o maior sorriso do mundo, que me abraçam quando eu menos espero, que me contam segredos quando penso que estou sem cabeça pra nada, que estão ali quando precisam no momento mais doloroso, que fazem planos pro furuto, que fazem questão de uma confraternização ao menos três vezes por ano com amigos de amigos dos amigos dos amigos, que discutem do nada, que brigam, que se beijam (...)
Por hoje chega, meus amigos são meus amigos, são pouquíssimos mais são meus. s2

Nenhum comentário:
Postar um comentário